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Preço do ponto digital: quanto custa e o que verificar antes de contratar

·André Silva

O erro mais comum ao avaliar o preço do ponto digital é olhar só para a mensalidade e esquecer o resto da conta: equipamento, instalação e cobrança por utilizador. O custo real depende de três fatores: o modelo de cobrança, o hardware necessário e as funcionalidades incluídas. No Zavo o preço é por empresa e por escalão, de 12,50 € a 35 € por mês, sem equipamento.

O que entra no preço de um ponto digital

Quando pedes orçamentos, a mensalidade é apenas uma linha. Antes de comparar, confirma cada uma destas:

  • Mensalidade: quanto pagas por mês e se o valor muda quando contratas mais trabalhadores.
  • Hardware: relógio de ponto, terminal biométrico ou leitores de cartão, com compra, aluguer ou manutenção.
  • Instalação: deslocação de técnicos, configuração local e cablagem, sobretudo em obras e em vários locais.
  • Funcionalidades extra: localização GPS, turnos, cálculo de horas extra e exportação para Excel podem estar incluídos ou ser módulos pagos à parte.
  • Fidelização e teste: se há período de teste gratuito, se pedem cartão e qual é a duração mínima do contrato.

Se o sistema funciona no telemóvel dos trabalhadores, as duas linhas de hardware e instalação desaparecem. É a razão pela qual um ponto digital sem equipamento tende a ter um custo total mais previsível. Para ver como isto se compara com outros modelos, lê o artigo sobre quanto custa um sistema de ponto eletrónico.

Modelos de cobrança: por utilizador, por escalão ou por equipamento

Há três lógicas de preço mais comuns no mercado, e cada uma muda a conta de forma diferente à medida que a equipa cresce.

  • Por utilizador: pagas um valor por cada trabalhador. É simples de entender, mas o total sobe com cada contratação e é difícil de prever em empresas com rotatividade, como restauração ou construção civil.
  • Por escalão: pagas um valor fixo por empresa, dentro de um limite de trabalhadores. É previsível, mas convém escolher o escalão certo para não pagar capacidade que não usas.
  • Por equipamento: pagas ou alugas o relógio ou terminal, e por vezes uma licença de software por cima. O investimento inicial é mais alto e cada novo local implica novo hardware.

Não há um modelo melhor em abstrato. Uma microempresa com dois trabalhadores pode achar a cobrança por utilizador competitiva. Uma equipa de 20 ou 40 pessoas costuma beneficiar de um valor fixo por escalão.

Comparação: papel ou Excel, relógio físico, software por utilizador e Zavo

A tabela compara categorias de solução, não marcas concretas. Os valores do Zavo vêm dos planos publicados em zavo.pt.

Opção Custo inicial Custo recorrente Onde é mais forte Onde é mais fraca
Papel ou Excel Praticamente nulo Tempo de quem compila e confere Equipas muito pequenas, com horários fixos Erros, falta de localização, difícil de consultar e auditar
Relógio físico ou biométrico Compra ou aluguer do equipamento e instalação Manutenção e licença de software Local único, com todos presentes no mesmo sítio Não serve bem trabalho remoto ou obras, custa mais a escalar
Software cobrado por utilizador Normalmente sem hardware Cresce com cada trabalhador Equipas muito pequenas ou muito variáveis O total sobe com a equipa e é menos previsível
Zavo Sem equipamento nem instalação De 12,50 € a 35 € por mês, por empresa Equipas em várias localizações, GPS incluído em todos os planos Não faz processamento salarial, recibos de vencimento nem gestão completa de férias

Se estás a decidir entre um sistema digital e um relógio tradicional, o artigo ponto digital vs relógio de ponto tradicional detalha a comparação. Para quem ainda usa folhas, vê porque a folha de ponto em Excel já não é suficiente.

Quando outra opção compensa mais

Se tens uma equipa de uma ou duas pessoas, sempre no mesmo local e com horário fixo, uma folha bem organizada pode bastar para começar. Se precisas de processar salários e emitir recibos no mesmo sistema, precisas de software de processamento salarial, que é outra categoria. O Zavo regista assiduidade, não substitui essa ferramenta.

Como o Zavo resolve isto: preço do ponto digital por escalão

O Zavo é um sistema português de registo de assiduidade, feito pela TechsOn Tecnologias Online, Lda, em Alcanede. Os trabalhadores picam o ponto pelo telemóvel, numa aplicação web que funciona em Android e iOS sem instalar nada da loja. Cada registo pode incluir localização GPS e fotografia opcional.

O preço é por empresa e por escalão, não por utilizador:

Plano Preço mensal Trabalhadores
Starter 12,50 € Até 5
Business 17 € Até 25
Professional 26 € Até 50
Enterprise 35 € Ilimitados

O pagamento anual tem 17% de desconto. O GPS está incluído em todos os planos, tal como a gestão de turnos, o cálculo automático de horas extra e os relatórios exportáveis para Excel. Não é preciso relógio de ponto, terminal biométrico nem instalação no local.

Para teres uma ideia do custo por pessoa: uma empresa com 10 trabalhadores no plano Business paga 17 € por mês, o que dá 1,70 € por trabalhador. Com 25 trabalhadores no mesmo plano, o valor desce para 0,68 € por trabalhador. São contas simples sobre os preços publicados, que mostram porque o escalão compensa à medida que a equipa cresce.

Para começar:

  1. Cria a conta e testa durante 15 dias, sem cartão.
  2. Adiciona os trabalhadores e define os turnos de cada um.
  3. Pede que piquem o ponto pelo telemóvel e, no fim do mês, exporta o relatório para Excel.

Podes ver os planos completos em zavo.pt.

Erros ao comparar o preço do ponto digital

  • Comparar a mensalidade sem somar o hardware. Um relógio físico tem custo de compra ou aluguer, instalação e manutenção que não aparecem na tabela de preços do software.
  • Escolher o escalão pelo número atual e não pelo previsto. Se vais contratar mais pessoas, confirma o limite do plano. No Zavo, passar do Starter (até 5) para o Business (até 25) custa mais 4,50 € por mês.
  • Ignorar o que é cobrado à parte. GPS, turnos e exportação podem ser módulos pagos noutros sistemas. Pergunta sempre o que está incluído.
  • Esquecer a obrigação legal. O Art. 202.º do Código do Trabalho exige um registo de assiduidade acessível e consultável. Um sistema barato que não cumpra isto sai caro numa inspeção. O guia do Art. 202.º explica o que deve constar.
  • Não ver o enquadramento da localização. A geolocalização levanta questões de RGPD. No Zavo a localização só é recolhida no momento do registo, sem rastreamento contínuo. Para o enquadramento legal, lê geolocalização no registo de assiduidade.

Se estás a fechar o orçamento antes de 2027, é boa altura para fazer esta conta com os números da tua equipa e testar o sistema antes de te comprometeres.

Perguntas Frequentes

Quanto custa um ponto digital para uma PME em Portugal?

Depende do modelo de cobrança, do hardware e das funcionalidades incluídas. No Zavo, o preço é por empresa: 12,50 € por mês até 5 trabalhadores, 17 € até 25, 26 € até 50 e 35 € para equipas ilimitadas. Não há custo de equipamento nem de instalação.

O ponto digital é mais barato do que um relógio de ponto?

Na maioria dos casos o custo inicial é menor, porque não há compra de equipamento nem instalação. O relógio físico pode fazer sentido num único local onde todos estão presentes. Para equipas em obras, em vários locais ou em trabalho remoto, um sistema pelo telemóvel costuma ser mais prático.

O Zavo cobra por utilizador?

Não. O Zavo cobra por empresa e por escalão, com limites de 5, 25, 50 ou ilimitados. O preço mensal fica fixo dentro do escalão, o que facilita prever o custo quando a equipa muda.

Posso experimentar antes de pagar?

Sim. O Zavo tem 15 dias de teste gratuito, sem cartão. O pagamento anual tem 17% de desconto, para quem decidir continuar.

Se queres ver quanto custaria na tua equipa, experimenta o Zavo durante 15 dias, sem cartão.

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