Zavo

Livro de ponto digital

O registo de entradas e saídas que substitui o livro em papel — com hora do servidor, prova de local e cinco anos de arquivo.

Trabalhador a picar o ponto no telemovel a entrada de um armazem

Do livro em papel ao registo digital

Durante décadas, o livro de ponto era um caderno à entrada onde cada pessoa escrevia a hora e assinava. A lei nunca exigiu que fosse em papel: exige que exista registo dos tempos de trabalho. O suporte digital cumpre o mesmo dever e resolve os problemas do papel.

O que tem de ficar registado

As horas de início e de fim do trabalho de cada trabalhador, e as interrupções que não contam como tempo de trabalho. No Zavo, cada picagem guarda a hora do servidor — não a hora do telemóvel, que pode ser alterada.

Prova de onde a picagem foi feita

É a diferença prática face ao caderno. Cada registo pode guardar a localização no momento em que foi feito, ou exigir a leitura de um QR Code dinâmico afixado no local. Uma assinatura num livro não prova nem uma coisa nem outra.

Cinco anos sem gavetas

A lei manda conservar os registos durante cinco anos. Em papel, isso são caixas; em digital, é uma pesquisa. Se a ACT pedir os registos de um trabalhador de há três anos, saem exportados em segundos.

Correções ficam registadas

Quando alguém se esquece de picar, o gestor acrescenta o registo — e a alteração fica no registo de auditoria, com autor e data. É mais defensável do que uma rasura a caneta.

Perguntas frequentes

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O livro de ponto em papel ainda é válido?

A lei não impõe o suporte: exige que exista registo dos tempos de trabalho, acessível e conservado cinco anos. O papel cumpre, mas não prova onde a pessoa estava nem impede rasuras.

Durante quanto tempo tenho de guardar os registos?

Cinco anos, e têm de estar acessíveis para consulta imediata sempre que sejam solicitados.

Os trabalhadores isentos de horário também têm de registar?

Sim. A isenção de horário dispensa o cumprimento de um horário fixo, não o registo dos tempos de trabalho.

É preciso comprar um relógio de ponto?

Não. Com o Zavo o registo é feito no telemóvel que o trabalhador já tem, sem equipamento para instalar no local.