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Gestão de Ativos da Empresa: Como Saber Quem Tem o Quê

·Equipa Zavo

A gestão de ativos da empresa torna-se um problema real assim que a equipa cresce para além de um punhado de pessoas. Portáteis, telemóveis profissionais, equipamento de proteção individual, por vezes viaturas - toda a empresa acumula equipamento atribuído a pessoas. Sem um registo organizado, a única forma de saber "quem tem o portátil com o número de série X" é perguntar - e a resposta, meses depois de alguém ter mudado de função ou saído da empresa, costuma ser "não sei".

Gestão de ativos da empresa: o problema real a resolver

Um inventário de ativos organizado responde a uma pergunta simples mas frequentemente sem resposta clara: neste momento, que equipamento existe, qual o seu estado, e a quem está atribuído. Isto parece básico, mas em muitas PMEs a informação está espalhada por memória coletiva, emails antigos, ou simplesmente não existe.

Atribuição com histórico completo

Cada ativo - um portátil, por exemplo - deve ter um registo com nome, categoria, número de série e valor de compra. Quando é atribuído a um funcionário, essa atribuição fica registada com data. Se mais tarde é devolvido, colocado em manutenção, ou reatribuído a outra pessoa, cada um destes eventos fica no histórico do ativo, não apenas o estado atual.

Isto responde a perguntas que, sem histórico, ficam sem resposta: quem teve este portátil antes da pessoa atual? Quando é que entrou em manutenção pela última vez?

O momento onde isto mais importa: o offboarding

É quando um funcionário sai da empresa que a falta de controlo sobre ativos custa mais caro. Sem um sistema que sinalize automaticamente equipamento por devolver, é fácil perder o rasto de um portátil ou telemóvel que devia ter sido devolvido - e só se descobrir meses depois, se é que se descobre.

Um sistema de gestão de ativos bem desenhado cruza automaticamente o estado do funcionário (ativo ou inativo) com os ativos que ainda constam como atribuídos a ele. Assim que alguém é desativado com equipamento por devolver, aparece um alerta claro no painel - não é preciso lembrar-se manualmente de verificar.

Estados que refletem a realidade do equipamento

Um ativo não está simplesmente "atribuído" ou "não atribuído". Está disponível (pronto a atribuir), atribuído (com alguém), em manutenção (temporariamente fora de uso, mas ainda propriedade da empresa), ou abatido (fim de vida útil). Ter estes estados claramente definidos evita confusões - um portátil em reparação não deve aparecer como "disponível" no inventário.

Transparência também para o funcionário

Do lado do funcionário, ter visibilidade sobre o que lhe está atribuído - mesmo que só de forma consultiva - reforça a responsabilidade sobre o equipamento à sua guarda, e evita situações de "não sabia que isto ainda estava em meu nome" quando chega a altura de devolver.

Auditorias periódicas ao inventário

Mesmo com um sistema bem alimentado, vale a pena fazer uma auditoria periódica - confirmar fisicamente que o que o sistema diz estar atribuído a cada pessoa corresponde à realidade. Isto detecta situações que nenhum sistema apanha sozinho: um portátil que mudou informalmente de mãos dentro da mesma equipa sem ninguém atualizar o registo, ou equipamento que ficou esquecido numa gaveta e nunca foi marcado como devolvido. Uma auditoria anual ou semestral, cruzada com o histórico de atribuições do sistema, mantém o inventário fiável ao longo do tempo, em vez de se degradar silenciosamente.

O custo real de um inventário desorganizado

Além do risco óbvio de perder equipamento fisicamente, um inventário mal gerido tem um custo financeiro escondido: compras duplicadas porque ninguém sabia que já havia um portátil disponível, ou depreciação não contabilizada de equipamento que já devia ter sido abatido. Ligar a gestão de ativos ao resto da estrutura de RH - por exemplo, ao organograma da equipa - facilita ainda mais perceber que departamentos concentram mais equipamento e onde vale a pena rever a alocação.

Ativos partilhados vs. ativos individuais

Nem todo o equipamento é atribuído a uma única pessoa. Uma impressora de escritório, um projetor de sala de reuniões, ou uma viatura partilhada por vários comerciais são ativos de uso coletivo, e um bom sistema de gestão de ativos precisa de suportar este caso separadamente do equipamento individual - sem forçar uma atribuição artificial a uma única pessoa quando, na realidade, o ativo pertence a uma equipa ou departamento inteiro.

Perguntas Frequentes

Vale a pena ter um sistema de gestão de ativos numa empresa pequena? Sim, mesmo com poucos ativos - é precisamente nas empresas pequenas, sem um departamento de IT dedicado, que a falta de registo formal leva mais facilmente a perder o rasto de equipamento.

Que tipo de equipamento costuma ser gerido num sistema de ativos? Tipicamente portáteis, telemóveis, monitores, viaturas e equipamento de proteção individual - qualquer bem da empresa que seja atribuído individualmente a um funcionário.

Como é que o sistema sabe que um funcionário tem de devolver equipamento? Cruza automaticamente o estado do funcionário (ativo ou desativado) com os ativos ainda registados em seu nome, gerando um alerta assim que alguém sai da empresa com equipamento por devolver.

Gestão de Ativos com alerta de devolução pendente, no Zavo

O Zavo mantém o inventário de equipamento da empresa, atribuições com histórico completo, e avisa automaticamente quando um funcionário desativado ainda tem ativos por devolver.

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